A cidade de Lagoa de Dentro, no brejo paraibano, vive mais um momento de euforia política, como sempre foi registrado ao longo da sua história. O diferencial do momento é a disputa acirrada que há entre os nomes que se lançaram em buscar da chefia do poder executivo.
Zezinho da Rapadura é candidato a reeleição com o seu sobrinho Pedro Júnior que forma a chapa sendo o seu vice, na oposição um outro sobrinho, Fabiano Pedro, ex-prefeito que forma chapa com Adelson Freire (pauta do próximo artigo) e por fim Camaf Douglas que chega com Samuel Santiago para completar a deixar a disputa ainda mais emocionante.
Mas vamos falar do que interessa… muitos não se lembram da história política do nosso município e não fazem ideia de quanta coisa já aconteceu, principalmente quando se fala de passado.
Lagoa de Dentro viveu momentos tenebrosos na política e que muitos querem atribuir apenas a um único grupo político, como se apenas um único grupo tivesse administrado a cidade ao longo desse tempo. Todos que passaram “deram a sua parcela de contribuição” é uma frase muito utilizada antes de soltar o verbo e “quebrar o pau”, claro, ninguém sai sem deixar sua marca.
Começamos a ver que Lagoa de Dentro poderá passar momentos difíceis em um futuro próximo, caso o atual prefeito seja reeleito, devido a forma como ele tem conduzido as coisas e principalmente a gestão fiscal.
Nos últimos meses o prefeito aumentou consideravelmente o número de funcionários contratos, dobrou os salários do que já estavam e também os pagamentos de prestação de serviço, coisas que ele não vai conseguir manter após a eleição. Muita gente, que por mais que tenha participado dos movimentos políticos do dito, será demitida e não será fácil para ninguém.
Para checar a veracidade desse texto, bastar entrar no site do Tribunal de Contas e ir na ferramenta SAGRES, onde haverá todas as informações detalhadas.
Então, o prefeito que se diz, do compromisso, das obras, do trabalho que avança, terá que regredir, principalmente na folha, para não responder por improbidade lá na frente. Caso siga, poderemos viver o que já vivemos na época em que seu irmão, o ex-prefeito João da Rapadura, que foi bom no primeiro mandato, teve dificuldade pra se reeleger e no segundo, diante de tantos compromissos, deixou o barco afundar, obras paradas, pessoas passando fome, salários atrasos e todo enrolado na justiça, respondendo até os dias atuais.
Recordar é viver!
